quarta-feira, 29 de junho de 2011

Piquenique anual de famílias e amigos de Caluquembe–2011

 
O 21º - ZONA DA LAGOA DE ALBUFEIRA
 
image

Nosso lema: O prazer do reencontro e a alegria de reviver, não são contos, são a nossa maneira de ser e estar…
 
 
image

No dia 3 de julho de 2011 – 1º domingo desse mês - lá estaremos no agradável pinhal próximo à estrada nacional 377, que vai para a Lagoa de Albufeira – Sesimbra, cerca do Km 30 (retomando assim o local a que já estávamos habituados), todos os que gostamos e podemos fazê-lo para fruirmos de mais um “Piquenique de Famílias Amigas de Caluquembe”. O local chama-se em rigor Cabeço da Flauta (Herdade) (onde, por curiosidade, no fim de semana seguinte irá lá acontecer o já famoso Festival Meco Superbock).

 

Já sabemos o que é preciso levar para comes e bebes e utensílios para um piquenique. (Quando muito, se julgado útil, também pode haver telefonemas prévios entre convivas para qualquer intercâmbio de ideias ou combinação de comestíveis e outros aspetos). Depois no dia e no local juntamos tudo em verdadeira partilha e passaremos um dia agradável como tem sido hábito há muitos anos.

 

Porém, nunca é demais lembrar que fazem sempre falta mesas e cadeiras de campismo (ou de praia) para todos os convivas poderem estar confortáveis. Assim a “regra” deve ser: cada um leva uma cadeira e dessa forma nunca falta nenhuma para ninguém e, se possível, cada família leva uma mesita.

 

AUSÊNCIAS… Infelizmente neste ano não podemos contar com a presença física de IRENE DA CONCEIÇÃO RODRIGUES, EDMUNDO REIS RODRIGUES e JOSÉ AMADOR REIS RODRIGUES (Zeca). Mas em espírito “não faltarão e lá estarão connosco…”

COMPAREÇAM. LEVEM FAMILIARES E AMIGOS.

ATÉ AO DIA DO PIQUENIQUE.

 

De todos para todos

6.6.2011

sexta-feira, 24 de junho de 2011

Lançamento do novo livro de Jorge Kalukembe

 

 

Jorge Kalukembe participa no Programa 10-12 da TPA e apresenta o seu novo livro, um ensaio geopolítico: "Angola e o Mundo, na Era Pós-Petróleo" (24 de Junho de 2011).

 

 

*********************************

 

 

22-06-2011 às  17:30

 

Lançamento do novo livro de Jorge Kalukembe

 

"ANGOLA E O MUNDO, na Era Pós-Petróleo".

Luanda - Hotel Trópico.

 

[Untitled-1 copy[5].jpg]

 

A oportunidade de Angola se igualar aos mais desenvolvidos, é hoje, enquanto há um elevado encaixe financeiro proveniente do petróleo.

Este é o tema de reflexão.

quinta-feira, 23 de junho de 2011

Pescadores de Caluquembe recebem artigos de trabalho

 

  Administrador municipal de Caluquembe Fotografia: Domingos Mucuta|lubango

 

Os pescadores do município de Caluquembe receberam, no fim-de-semana, das autoridades locais, vários utensílios de trabalho, no âmbito do programa do Executivo de fomento da pesca artesanal e de combate à pobreza.

No total, receberam mil anzóis, 400 chumbos, sete redes e igual número de rolos de linha de pesca, 15 pares de botas e três bóias.

O responsável da secção municipal da Agricultura disse, ao

   

Jornal de Angola, que, além disso, os camponeses associados das aldeias de Calonhoha, Caloningui, Betânia, Calonali, Cue I e II, Sector da Vila Branca, Tchitupi e Lomba receberam alfaias agrícolas.

Joaquim Tchiculumula anunciou estar na forja o crédito de campanha, que vai dar novo impulso à produção agro-pecuária e aumentar o cultivo e as colheitas de bens alimentares.

O administrador de Caluquembe referiu que o hospital municipal vai ser ampliado, tendo em vista a melhoria da assistência médica.

Emílio Tchitacumbi afirmou que as principais doenças no município são a malária, a tuberculose e diarreias agudas e o centro de saúde atende, por dia, 60 pessoas.

O município tem previsto, para este ano, a construção de escolas de oito salas nas comunas de Calepi e de Ngola e nos sectores de Vila Branca, Cue I e II e na sede do município. A construção de sistemas integrados de água, tanques banheiras e mangas de vacinação e a abertura de furos de água, referiu, são obras em curso no município.

O sector da saúde está reforçado com fármacos e materiais gastáveis, adquiridos pela administração municipal.

O administrador elogiou o nível de assistência prestada pela unidade hospitalar da Igreja Evangélica Sinodal de Angola (IESA), que além de Caluquembe atende pacientes dos municípios de Caconda, Chicomba, Quilengues, Cacula e Matala.

 

Fonte

quarta-feira, 22 de junho de 2011

Fotos da Vila de Caluquembe 2011

 

 
Fotos e comentários de Marisa Rodrigues em 2010
Obrigado à Marisa, pelas imagens da nossa saudosa terra.

1

Espero com estas fotos... trazer um pouco do passado.... dos bons velhos tempos....

2

E como recordar é vive.... k vivam as belas recordações de outros tempos....

3

Alguém há-de reconhecer... kem sabe.... a casa onde viveu...

4

e mais uma foto para o album de memória de todos k me são keridos...

5

Como as recordações já me falham... fui fotografando as casas k na minha ideia poderiam pertencer a minha família...



Ser criança é maravilhoso.... emocionou a simplicidade deste brinquedo... k diferença de toda a tecnologia k temos à disposição... e a alegria k este estava a proporcionar às crianças... deveras triste...

7

Mais estrada no horizonte... Kalukembe ficava para trás, mas... a emoção estava ainda estava patente no olhar...

8
Se há coisa fora do vulgar nesta terra.. é o céu... aki fica uma pekena amostra...

9
Os carrinhos das compras... versão afro...

10
O mercado á saída de Kalukembe... Como costumo dizer.... "Uma animaxão"....

11
Muitos selos ajudei a colar.... Espaço pekeno mas k nos era muito kerido...

12

A velha estação dos correios... Tenho a certeza que trará belas recordações a algumas pessoas...

13

O "célebre" Clube Recreativo... dos bailes... das sessões de cinema...

14

Penso k esta seria a escola... já lá vão muitos anos para as memórias de uma criança que deixou à muito esta terra...

15


Sem Título-1
A minha "triste" casinha... tão bonita k ela era...

Sem Título-2

Como a memória e a saudade ainda vivem...

Sem Título-3
O forno da padaria do pão bem kentinho....

Sem Título-4
o parque das brincadeiras de criança...

Sem Título-5

Sinais da infância perdida... e não só....

Sem Título-6


Sem Título-7
A "velha" e saudosa pensão do Ruas... o nosso kerido tio...

Sem Título-8

Se bem me recordo... o restaurante da pensão dos nossos tios...

Sem Título-9
Uma vista da "avenida"....

Sem Título-10
Com sinceridade... não sei se é uma casa da família... mas por via das dúvidas... aki fica a imagem...

Sem Título-11

Mais uma imagem, k penso irá despertar memórias á minha família... com carinho para todos vocês...

Sem Título-12

Este espaço agora faz concorrência á "Pensão do Ruas"... k saudades dos bons velhos tempos...

Sem Título-13
Esta praça fica em frente à antiga" Pensão do Ruas". Um pouco mais á eskerda compramos o melhor pão k já haviamos comido.... fica a dúvida... seria da fome... ou o pão era mesmo bom... acho k a 2ª prevalece... a minha filhota e os amigos não me deixam mentir...

Sem Título-14
A trágica e fatídica rotunda de Kaluquembe... para kem a conhece... boas ou más memórias... mas ainda persiste... contra guerras e marés...

Sem Título-15
A igreja de Kaluquembe...

A completar o álbum da Marisa Rodrigues de fotos da nossa terra em 2010, venho agora publicar mais quatro fotos, desta vez tiradas por outra caluquembense, Cecilia Martin.

Untitled-4 copy

Casa de José Maria Rodrigues – 2003

Untitled-6 copy

Armazéns de José Maria Rodrigues – 2003

A mesma casa e loja antes da guerra – 1972
CASA AVÔ2
A mesma casa, loja e armazém antes da guerra – 1963
Untitled-5 copy

Casa de Jorge Rodrigues – 2003

Untitled-7 copy

Casa de Jorge Rodrigues – 2003

1
A mesma casa antes da guerra - 1963

Fotos de amigos e familiares

sábado, 28 de maio de 2011

Novo livro de Jorge Kalukembe



Untitled-1 copy

1.

Tive o privilégio de ter o Jorge Kalukembe como aluno de Geografia Regional, na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, no ano lectivo de 1997/98. Na ficha individual do aluno nº 20021, que ainda guardo, tenho anotado: “privilegia a intervenção política acutilante”. Estávamos no ano do “manipulado” referendo nacional sobre a regionalização em Portugal, que teve lugar a 8 de Novembro de 1998. Recordo com saudade os nossos debates!

O que me parece mais original neste Ensaio, não é tanto a erudição da abordagem, nem a quantidade de exemplos suportados numa aturada investigação dos mais variados países, com um foco claro em Angola, aspectos de extrema importância nesta reflexão sociopolítica e socioeconómica sobre o Mundo de hoje, ainda com petróleo e o de amanhã, provavelmente sem ele, mas mais os pontos de vista que o autor, de uma forma desassombrada, deixa nas suas páginas, a sua grande capacidade de análise, a tentativa de explicar factos de indiscutível actualidade, como o que considera ser a “armadilha do petróleo” e suas consequências, bem como os diferentes exercícios de prospectiva, que podem ou não confirmar-se, como qualquer previsão, num Mundo de desencontros sistemáticos que têm alimentado uma crescente “Geopolítica do Caos”, parafraseando Ignacio Ramonet (1998).

É um Ensaio para ler atentamente e reflectir sobre o futuro que nos espera ou que deixaremos que se forme, às mãos avarentas de diversos donos do capital e de especuladores globais ou, como lhes chama o autor, “abutres vestidos de humanos”, quiçá agentes da apocalíptica “Marca da Besta”. Mas é também um

“momento de paixão”, por Angola e pelo seu futuro, promissor sem dúvida, desde que gerido com visão política socialmente responsável, que aposte segundo o autor na educação, saúde, transportes e ordenamento do território, adequando as suas imensas potencialidades (agronómicas, energéticas, turísticas, etc.) ancoradas em oportunidades de negócios sustentados. Em relação a este último aspecto, há um justo e contundente questionar das opções políticas de Portugal, que na sua ânsia europeísta e complexo colonialista, não soube olhar para o Brasil e para os PALOP, nomeadamente para Angola, onde tem condições para ser parceiro e/ou promover negócios em diversos domínios produtivos, de I&D e de consultoria.

Em síntese, entre as inúmeras teses do autor, termino este comentário com a que deverá merecer de todos os leitores uma particular atenção, a possibilidade de se construir um  “espaço lusófono como bloco económico mundial”, onde Portugal sairá claramente a ganhar! Raul Marques, Geógrafo, Mestre em Geografia Humana -Desenvolvimento Regional. Professor dos Ensinos Básico e Secundário e entre 1996-2000 Assistente Convidado de Geografia Regional na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa. Foi Investigador da Área de Investigação de Geografia Regional. Investigador do Eixo Atlântico do Noroeste Peninsular (desde 1998), tem desempenhado cargos de gestão associativa(ANIMAR – Associação Portuguesa para o Desenvolvimento Local / ASLMP - Slow Movement Portugal) e é actualmente Sócio-Gerente e  Director-Geral da Empresa SublimApoio - Consultoria, Estudos e Projectos, Lda., com escritório na vila de Mafra – Portugal.

2.

“Angola e o Mundo na era Pós-Petróleo” é um ensaio onde Jorge Kalukembe nos oferece uma visão dura, clara e um pouco pessimista, se bem que não catastrofista, antes pelo contrário, terrivelmente realista– e sublinho, muito realista – da actual realidade com que os países se deparam com a previsível diminuição e natural encarecimento da prospecção e produção do petróleo. Kalukembe alerta-nos, nomeadamente para Angola, a nossa Angola, que é altura de se começar a encarar para uma maior diversificação da economia, com relevo para os países produtores, aproveitando os ainda enormes fluxos recolhidos com o crude, na linha do que já fazem alguns dos Emiratos Árabes. Por quando investigação e elaboração da minha Dissertação para o Doutoramento, caso já estivesse publicado, este ensaio, sobretudo no que toca ao petróleo e a sua influência presente e futura na economia angolana, seria, certamente, sempre uma das minhas particulares referências bibliográficas.

Eugénio Almeida Investigador angolano e Doutorado em Ciências Sociais, em Relações Internacionais pela Universidade Técnica de Lisboa/ISCSP

3.

"Elegante e visionário, o ensaio de Jorge Kalukembe não poderia ser mais oportuno nos nossos dias. Vale tanto pela reflexão, rigorosa e bem documentada, que elabora sobre o presente como pela forma como imagina o futuro, manifestamente indesejável para Angola e o Ocidente, mas possível, caso os actores directamente implicados na governação e no desenvolvimento do país, conscientes dos erros do passado, não apostem na construção de caminhos mais sustentáveis, assentes na educação, no planeamento das cidades e em fontes de energia limpas e alternativas ao petróleo."

Herculano Cachinho Geógrafo, Doutorado em Geografia Humana, Faculdade de Letras, Universidade de Lisboa, Mestre em Geografia Humana e Planeamento Regional e Local, Faculdade de Letras, Universidade de Lisboa. Professor do Instituto de Geografia e Ordenamento

do Território, Universidade de Lisboa.


23998_1191290712671_1540481732_30415222_5634185_n

 

JORGE KALUKEMBE

nasceu em Angola na Província da Huíla, desenvolve as suas actividades entre Angola e Portugal.

Desde muito cedo interessou-se pela educação, nesse sentido, enquanto estudante membro do Senado e da Assembleia da Universidade de Lisboa, defendeu um ensino superior de melhor qualidade.

Licenciou-se em Geografia pela Universidade Lisboa. Participou em mais de uma dezena de seminários e conferências essencial-mente sobre Direitos Humanos, Educação, Planeamento e turismo. Após a conclusão da parte curricular do Mestrado em Ciências de Educação na especialidade de supervisão pedagógica, pela Universidade Técnica de Lisboa desenvolveu a investigação: Educação Pilar da Soberania Caminho do Desenvolvimento mais recentemente o autor publicou o romance histórico CHICORONHO que retrata o Sudoeste de Angola no último quartel do século XIX ambos publicados pela Gráfica de Coimbra.

Enquanto professor, para além de leccionar desempenhou também diferentes cargos em várias escolas, nomeadamente Coordenador do Departamento de Ciências Sociais e Humanas, Coordenador Pedagógico do Ensino Recorrente Noturno e Presidente de Assembleia de Escola.

Foi delegado sindical de professores entre 2001 e 2005.

Em Portugal, ao abrigo do artigo 37.º, alínea d) do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, obteve o certificado de formador do Conselho Científico-Pedagógico como especialista nas Áreas Cientificas de:

Desenvolvimento Pessoal e Social; Educação Desenvolvimento; Pedagogia e Didáctica; Formação/Supervisão de Professores e Relação Pedagógica.

Foi membro de várias organizações que lutavam pela paz em Angola.

No ano de 2001 funda juntamente com outros quadros angolanos o Fórum Angolano para Conhecimento Competitivo, Inovação & Desenvolvimento. Nesta organização foi director de educação e posteriormente eleito Vice-presidente para Investigação, Inovação e Educação. Cargo que ocupou de 2002 até 2006.

Foi um dos Coordenadores Científico-Pedagógico da Regionalização dos conteúdos de Geografia na Região Autónoma da Madeira. Foi um dos autores e Coordenadores Científico-Pedagógico de três guias de aprendizagem de Geografia para o 3.º Ciclo do Ensino Básico. Mais recentemente tirou o curso de Empreendedorismo e Criação de Empresas e o curso de Transporte e Mobilidade na Universidade Nova de Lisboa. É actualmente consultor de empresas e consultor e coaching de franchising.

Jorge Kalukembe tem desenvolvido desde 2011 a actividade de consultor financeiro de investimento em ouro como franchisado da OurInvest. Actualmente é o sócio gerente e fundador da empresa KUMBU – Negócios & Franchising.

quinta-feira, 26 de maio de 2011

Angola Pós-Petróleo

 


A oportunidade de Angola se igualar aos mais desenvolvidos, é hoje, enquanto há um elevado encaixe financeiro proveniente do petróleo. Este é o tema de reflexão.

 

O Livro mais fascinante sobre o presente e futuro de Angola e do Mundo.


[Untitled-1 copy[5].jpg]
 

sábado, 21 de maio de 2011

O 34º CONVÍVIO ANUAL DE "OS INSEPARÁVEIS DA HUÍLA"

 
 

 
DSC00079_thumb[1]


CAROS AMIGOS E FAMILIARES

O 34º CONVÍVIO ANUAL DE "OS INSEPARÁVEIS DA HUÍLA" está a aproximar-se... É sempre no 2º fim de semana de Julho na MATA RAINHA Dª LEONOR - CALDAS DA RAINHA. Neste ano calhará a 9 e 10 de Julho.

Os sócios da Associação já receberam o Livro (o qual de resto pode ser adquirido por quem quiser no próprio local do convívio) que todos os anos é publicado e é constituído pelo programa - que se inicia no sábado, dia 9 de Julho, com concentração e convívio livre, destacando-se às 17 h Atuação Livre dos Artistas Voluntários e às 21 h Atuação de João Pereira Show ("Capelão") na noite dançante...(farra); e, no domingo, dia 10, às 10H30 Missa Campal em "Memória de todos os amigos que Deus a Si chamou", convívio livre, atuação da fadista angolana Ana Mª Dias às 14 h, continuação da farra ("matiné" dançante), etc. - e pelo editorial, mensagem do presidente da câmara C.R., poesia, histórias, fotos do convívio anterior e neste ano da cidade do Namibe (ex-Moçâmedes), fotos da atual miss Angola, descrições ilustradas das grutas do Tchivinguiro, dos antigos Colégio Paula Frassinetti, Escolas Industrial e Comercial "Artur de Paiva", do Magistério Primário "P. Carlos Estermann", Liceu Nacional "Diogo Cão", da Misão da Huíla, lista dos falecidos no último ano com algumas fotos, prémios do sorteio a acontecer no encontro, álgum de recordações (muito profuso),  notas sobre a província da Huíla e sobre as Caldas da Rainha, lista dos sócios da Associação e dos seus sócios honorários, contas, lista com fotos dos corpos gerentes, e publicidade diversa. A capa e a contra capa apresenta as grutas do Tchivinguiro.

Não deixe/s de comparecer a este Convívio singular. Ir ao encontro é como que ir um pouco à nossa querida terra de

Angola, melhor da Huíla, acredite/a...! Pode ir-se no sábado apenas, no sábado e domingo ou só no domingo o dia maior.

Divulgue/a este Convívio.

Um abraço cordial do

Júlio

quinta-feira, 21 de abril de 2011

Locais históricos são inventariados

 

 

A Direcção da Cultura na Huíla inventariou, até ao momento, em toda a província, 275 lugares, que pelas suas características, são considerados monumentos e sítios históricos, informou, na segunda-feira, o responsável pelo departamento do património.

Avelino Elias falou do levantamento durante uma palestra subordinada ao tema “conheça, salvaguarde e valorize os monumentos e sítios”, realizada na comuna da Huíla, com o objectivo de sensibilizar a população para a importância da preservação do património cultural da humanidade.

Dos monumentos e sítios inventariados na província, o município do Lubango tem 72, a  Chibia, 37, Caconda 33, Humpata 25, Caluquembe 24, Cuvango 21, Quilengues 19, Jamba nove, Cacula sete, Quipungo seis, Chipindo, Gambos e Matala, cada cinco cada.

Avelino Elias referiu a existência de oito monumentos classificados que foram seleccionados pelo seu papel na história e importância da arquitectura civil, religiosa e funerária no património cultura nacional. “Entre estes, temos a Missão da Huíla, os Barracões do Lubango, a Antiga Câmara Municipal, o Palácio do Governo, o Centro da Cultura do Lubango,o Cemitério Bóer, localizado na fazenda Jamba na Humpata e a Estação dos Caminhos de Ferros de Moçamedes”, salientou o responsável.

O processo de levantamento, estudo, protecção e valorização e divulgação do património cultural, disse, continua, com o envolvimento de técnicos da cultura, governo provincial, autoridades tradicionais e activistas. Avelino Elias pediu igualmente à população que se envolva mais na protecção e conservação dos locais e colabore na dignificação, defesa e fruição do património cultural localizado nas zonas de residências.

A actividade foi seguida da inauguração, na sede da comuna, de uma exposição fotográfica sobre os monumentos e sítios.

 

Fonte

domingo, 27 de março de 2011

Piqueniques de Famílias e Amigos de Caluquembe–1991/92/93 e 94

 

 

image

 

Infelizmente já não podemos contar com a presença física de LUIS ANTONIO BRANDÃO DUARTE MOURA, IRENE DA CONCEIÇÃO RODRIGUES, EDMUNDO REIS RODRIGUES e JOSÉ AMADOR REIS RODRIGUES (Zeca). Mas em espírito “não faltarão e lá estarão SEMPRE connosco…”

sexta-feira, 18 de março de 2011

Jovens recebem terrenos para a autoconstrução



Vários terrenos com mil metros quadrados de área estão a ser distribuídos aos jovens da cidade do Lubango, província da Huíla, para neles erguerem as suas casas, no âmbito do projecto de autoconstrução dirigida do Programa de Fomento Habitacional.
O processo, iniciado no ano passado,  já contemplou 300 jovens filiados em distintas organizações desportivas, culturais, estudantis, religiosas, entre outros organismos.
O director provincial da Juventude e Desportos na Huíla, Francisco Barros, que prestou ontem a informação, considerou já haver alguma visibilidade do empenho dos jovens nas novas urbanizações, onde várias casas estão a ser construídas.
Francisco Barros disse que a distribuição de terrenos foi a primeira fase. A seguir a este passo, será a vez da concessão de créditos bancários, sendo para isso necessário que o solicitante apresente, entre outros documentos, o título de propriedade da parcela de terra.
Nesta altura, estão em curso negociações avançadas com as instituições bancárias, no sentido de ajudar o governo local a resolver o problema habitacional que a juventude enfrenta, salientou o responsável.
Além da cidade do Lubango, a distribuição de lotes de terreno à juventude prossegue igualmente nos municípios da Humpata, Quipungo, Matala, Caluquembe, Gambos e Cacula. Francisco Barro anunciou, para este ano, a construção de mais bairros sociais da juventude em quase todos os municípios da Huíla, de forma a corresponder às expectativas dos jovens.
No entanto, como estes não são suficientes, o governo provincial considerou que os projectos de autoconstrução dirigida podem resolver o problema.

quarta-feira, 16 de março de 2011

Caluquembe urbaniza reservas fundiárias

 

A administração municipal de Caluquembe está a levar a cabo, desde Janeiro último, acções de loteamento de 1.430 hectares das reservas fundiárias do Estado para a construção de novos projectos habitacionais.

De acordo com o administrador Alexandre Chitacumbi, os trabalhos dos técnicos permitiram a urbanização de mais de 500 lotes, cada um com 1.000 metros quadrados. Este projecto, dizia, visa a melhoria da qualidade de vida dos munícipes.

O responsável local explicou que as áreas loteadas são destinadas à construção de casas de média e baixa renda, inseridas no Programa Habitacional do Executivo e, por meio do processo de auto-construção dirigida, infra-estruturais sociais.

Alexandre Chitacumbi disse que as novas zonas urbanizadas vão servir, também, para realojar os munícipes que construíram casebres ao longo das bermas de estradas, ruas, linhas de escoamento de águas residuais e outros locais considerados de risco.

A administração municipal está ainda empenhada na construção de escolas e salas de aulas, posto de saúde, furos de águas, latrinas públicas, recuperação de pontes destruídas durante o conflito armado, respectivamente nas comunas de Calepi N´gola e Cussesse.

Segundo o responsável, as autoridades administrativas têm um vasto programa, que contempla ainda a instalação de um grupo gerador de 800 KVA, de ampliação da rede de distribuição, visando melhorar o abastecimento de energia eléctrica à população.

O município ganhou igualmente oito casas do tipo T3, que estão a acomodar os quadros da administração, rematou o administrador.


domingo, 6 de março de 2011

A barragem de Chicomba




A barragem de Chicomba irriga os campos e possibilita a existência de duas colheitas ao longo do ano agrícola

Fotografia: Arimateia Baptista


A reconstrução de escolas, postos de saúde e do sistema de captação e distribuição de água no município de Chicomba, na província da Huíla, estimula as populações há muito fugidas da guerra a regressarem e a apostarem na produção agro-pecuária, beneficiando dos estímulos do Executivo e do Governo Provincial.

O acesso à sede do município de Chicomba é feito numa picada com mais de 110 quilómetros, rasgada numa zona com matagal acentuado e capinzal apropriado para a criação de gado. Para trás fica a estrada Lubango-Quipungo que foi reconstruída e asfaltada no âmbito do programa de reconstrução nacional, que na Huíla já beneficiou mais de 700 quilómetros de vias.

O Hospital Municipal, os postes de iluminação pública e as estruturas do sistema de captação e abastecimento de água potável são bem visíveis em Chicomba, localidade que foi destruída durante a guerra.

Lúcia Francisca dirige os destinos do município há quatro anos. A administradora confessa que no princípio foi difícil dirigir a circunscrição por causa do péssimo estado das vias e das infra-estruturas estarem em ruínas. Sublinhou que o Programa de Intervenção Municipal (PIM) e o Programa de Investimentos Públicos (PIP) reanimaram a vida do município com obras públicas concluídas e outras ainda em fase de acabamento.

Os sectores da educação, saúde, energia, águas e agricultura foram as prioridades. Os recursos humanos e financeiros disponibilizados permitiram a construção de novos imóveis e a reparação dos antigos, num processo que abrangeu as comunas e povoações.

As 105 escolas espalhadas pelo município, são frequentadas por 42.300 alunos e têm 845 professores. A administradora Lúcia Francisca informou que estão em construção 11 salas de aulas, para integrar as 2.500 crianças que estão fora do sistema de ensino.

O Hospital Municipal de Chicomba, construído e apetrechado há três anos, no âmbito do Programa de Melhoria e Aumento dos Serviços Sociais Básicos às Populações, elaborado pelo governo da província, está a dar valor às condições sanitárias da população.

As estatísticas atestam que mais de mil consultas são realizadas de três em três meses. Doenças como malária, febre tifóide, diarreias agudas e tuberculose são as que mais afectam os pacientes. O Hospital Municipal vai receber, em breve, dois médicos.

A construção de postos de saúde nas comunas do Quê, Cuteta, Cabire Comercial e Libonge, visa descentralizar os cuidados de saúde no município. Quando as obras estiverem concluídas fica garantida a assistência médica e medicamentosa a milhares de pessoas.

Lúcia Francisca disse ao Jornal de Angola que a execução dos projectos nas áreas da educação, saúde, energia e águas está orçada em 85 milhões de Kwanzas, disponibilizados no quadro do Programa de Intervenção Municipal (PIM).


Menos doenças

A construção de um sistema de captação de água numa albufeira, a montagem de 3.200 metros de uma nova rede e a aplicação de um reservatório metálico, permitiram a canalização, pela primeira vez, de água para mais de 60 domicílios.

As casas com água a jorrar nas torneiras possuem contadores para o controlo do consumo e respectivo pagamento. A execução do “Programa Água para Todos”, com as obras a cargo de uma construtora nacional, fez com que as doenças provocadas pelo consumo de água imprópria fossem reduzidas e as populações já não têm que percorrer longas distâncias para ir buscar água.

A administradora Lúcia Francisca garantiu que as comunas Cutenda, Quê, Libonge, e outras, contam já com seis furos apetrechados com bombas manuais, dos 20 previstos para abastecimento público.

As comunidades rurais, afirmou a administradora Lúcia Francisca, estão no topo das atenções das autoridades do município “por serem as mais vulneráveis no concernente ao abastecimento de água potável, assistência sanitária e enquadramento de crianças nas escolas”.

Lúcia Francisca está satisfeita com os programas realizados até ao momento nas zonas rurais, por reduzirem o foco de doenças das pessoas e dos animais. “Os técnicos e activistas de ONG sensibilizam e mobilizam as pessoas a beberem água dos furos”, disse a administradora do município de Chicomba.

Os beneficiários reagem positivamente aos apelos e ensinamentos dos técnicos. Catarina Candembe, 52 anos, disse à nossa reportagem que há três anos apenas dá aos filhos e netos água do fontanário: “agora a água está perto, por isso não tenho razões para ir ao rio”.

Catarina Candembe de Chicomba, para lavar a roupa da família. O chafariz é mais confortável e seguro do que o rio: “aqui não há gatunos como no rio, donde tínhamos de evitar sair tarde para evitar assaltos e agressões”.

Produção agrícola

Os municípios de Chicomba, Caluquembe e Caconda são considerados, pelos empresários agrícolas da região, como o “triângulo produtor” de milho, feijão, ervilha, batata-doce e outros alimentos. 

As colheitas da campanha agrícola passada, segundo as estatísticas da Direcção Provincial da Agricultura, Desenvolvimento Rural e Pescas, atingiram 187.939 toneladas de produtos.

Desta safra, Chicomba alcançou 35.238 toneladas. As melhoras na produção resultam da distribuição de sementes, fertilizantes, instrumentos de trabalho, gado para tracção animal, parcelas de terreno para o cultivo e do envolvimento de um número considerável de famílias na prática da lavoura.

A organização dos agricultores em cooperativas, que já são 1.200 no município, constitui a força motriz para o aumento da produção, captação de créditos e escoamento da produção para outros pontos da província da Huíla e do país.

Para a colheita da campanha agrícola 2009/2010, a previsão é superior à produção do ano passado, meta que se pode atingir devido à regularidade das chuvas registadas e à realização do cultivo em duas épocas.

Os resultados positivos que o município de Chicomba está a alcançar têm a ver, em parte, com o regresso de dezenas de famílias à sua zona de origem. O soba Lote Eduardo, de uma das povoações de Cutenda, contou ao Jornal de Angola que “as pessoas que fugiram da guerra estão a voltar e a ocupar as suas lavras”.

As famílias que regressam, afirmou o soba, recebem apoios dos ministérios da Reinserção Social, Agricultura, agências das Nações Unidas e organizações não governamentais nacionais. “A direcção da agricultura dá sementes, enxadas, gado para tracção animal e charruas a crédito”, referiu.

O regresso dos camponeses às zonas de origem fez com que o número de habitantes de Chicomba aumentasse de 105.375 pessoas em 2007 para 110.400.  

O aumento da produção de milho no município fez descer o preço do produto. Um quilo de milho é comercializado no mercado informal entre 5 e 10 kwanzas. Estes preços atraem inúmeros clientes de outras províncias.

A pecuária na circunscrição de Chicomba está igualmente a ser fomentada com a distribuição de novilhas para reprodução e abate. Há quatro anos, o rebanho era de 20 mil animais, mas com o projecto de repovoamento, há agora mais de 45 mil cabeças de gado.



terça-feira, 1 de março de 2011

Faleceu Júlia Rodrigues Machado


Após doença prolongada, Júlia Rodrigues Machado casada com António Machado mãe de dois filhos :Kitocas e Alexandra  faleceu hoje 24-02-2012 em Caldas da Rainha

Júlia Rodrigues Machado
nasceu em 1-10-1928 no Cubal
Viveu a sua infância e adolescência no Chinuangolo
Após o casamento passou a morar na povoação do Chituto.
 
À  família enlutada  os mais sentidos pêsames.
Paz à sua alma

Mensagens populares